Agrupamento de Escolas de Pinheiro

Geoparque de Arouca Versão para impressão

No dia 4 de novembro, os alunos de Ciências e Tecnologias das turmas do 10.º A e 10.º B realizaram uma saída de campo, no âmbito da disciplina de Biologia e Geologia, ao Geoparque de Arouca, na companhia dos professores António Sousa, Manuel Conceição, Olga Campos e Sidónio Geraldes.

Após uma hora e trinta minutos de viagem, os alunos e os professores depararam-se com uma paisagem rural e bem preservada na Serra da Freita, que apresenta uma extraordinária riqueza geológica.

 

Dos 41 geossítios existentes no Geoparque de Arouca, que se destacam pelo seu elevado valor científico, turístico e didático, o que mais impressionou os alunos foi a Frecha da Mizarela. Essa cascata, alimentada pelas águas do rio Caima e localizada em pleno rochedo granítico, com mais de 60 metros de altura, é uma das mais altas da Europa. Esse assinalável desnível, que separa o granito do xisto, resultou da menor resistência à erosão fluvial da rocha metamórfica. Após a observação in loco do contacto que separa o xisto do granito, e das explicações científicas dadas pela guia quanto ao contexto geológico que esteve na génese da Serra da Freita, o grupo dirigiu-se para a Casa das Pedras Parideiras. Aí, os alunos percorreram a História da Terra, desde a sua origem até à formação do granito nodular da Castanheira, ao visionarem um excelente filme, bem concebido científica e pedagogicamente. De seguida, o granito, que tem tanto de raro como de famoso, foi observado e estudado meticulosamente. Em profundidade, há cerca de 320 milhões de anos, formou-se o granito com os tão célebres nódulos biotíticos. Após o seu afloramento, os nódulos revestidos por biotite, por ação da meteorização e erosão, soltam-se do granito, daí a designação tão popular de "Pedras Parideiras".

 

Da parte da tarde, após o merecido e reconfortante almoço, os alunos visitaram o Museu do Centro de Interpretação Geológica de Canelas – Arouca. Aí, tiveram a oportunidade de observar as maiores trilobites, a nível mundial, encontradas até ao momento, e outros invertebrados característicos da Era Paleozoica. Antes de partir, os alunos, com avidez, procuraram fósseis na ardósia, clivando essa rocha metamórfica negra, com uma perícia exemplar.
E, assim, passou-se um dia agradável, com muita ciência.

 

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